"cantarei" o que a vida me oferecer... bichos...efemérides...alegrias...raivas(!) e o que mais adiante se verá!

18
Dez 10

Natal, outra vez, nos caderninhos  "perdidos" nas gavetas...recuperados nas "arrumações"... Aí vai:

 

                 Vagarosamente, aproxima-se o Natal.

                 O meu cacto favorito

                 já disso dá sinal:

                 botões de púrpura a florescer

                 terminando as folhas repetidamente recortadas.

 

                 O Natal está perto.

                 Prepara-se nas ruas

                 de pompa e gala adornadas, 

                 nas casas de árvore enfeitadas,

                 nos laços dos presentes preparados

                 para a grande noite, a Consoada...

                

                 Todo este bulício não impeça

                 que lá no fundo,bem dentro do peito,

                 a luz daquela estrela no deserto

                 nos leve ao Menino -

                 e que Ele queira ficar sempre por perto!

 

 

 

 

 

 

 

Natal de 2009                

   

publicado por mfssantos às 10:29

É sempre muito gratificante encontrar estas lembranças!!!tão bonitas e cheias de significado.

Vou estar muito ocupada nos próximos dias,então quero desejar-lhe um SANTO E FELIZ NATAL,na companhia dos que lhe são mais queridos.

O café terá de ficar para Janeiro.
Bjs
detefegueiredo a 19 de Dezembro de 2010 às 18:12

Este eu não conhecia.E que belo que é! Obrigada. Santo Natal.M.F.
mfssantos a 20 de Dezembro de 2010 às 18:58

Mais um lindo poema...
Votos de Boas Festas!
Beijinhos
Mariali a 20 de Dezembro de 2010 às 17:17

Deixo-lhe, aqui, mais um poema de Torga, já que também o aprecia. Penso que também o caracteriza bastante...

Nasce mais uma vez,

Menino Deus!

Não faltes, que me faltas

Neste inverno gelado.

Nasce nu e sagrado

No meu poema,

Se não tens um poema,

Se não tens um presépio

Mais agasalhado.


Nasce e fica comigo

Secretamente,

Até que eu, infiel, te denuncie

Aos Herodes do mundo.

Até que eu, incapaz

De me calar,

Devasse os versos e destrua a paz

Que agora sinto, só de sonhar.
Mariali a 20 de Dezembro de 2010 às 17:34

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