"cantarei" o que a vida me oferecer... bichos...efemérides...alegrias...raivas(!) e o que mais adiante se verá!

18
Fev 12

 A mulher, como mãe,não tem que ficar em casa, "fada do lar ", "governanta " da família...

 Para educar os filhos, diz índio, "é precisa toda a tribo "- daí a responsabilidade da família alargada e do pai ao lado da mãe.

 O amor do casal agirá como exemplo para os mais novos: a consideração , a estima, o inter- auxílio entre os dois será a melhor "escola" para os filhos. O pai "provedor" e a mãe na dependência económica do marido ( ou do pai, do irmão mais velho...) é coisa dos tempos em que as mulheres não tinham acesso à instrução: faziam a 3ª classe e iam "servir"; com um pouco mais de sorte, algumas teriam, em casa, lições de bordado, costura, pintura...piano...francês... Para as famílias crescerem, é necessária estabilidade emocional, trabalho gratificante valorizado monetariamente com justiça, um lugar habitável e salubre para viver, com um mínimo de espaço e de "facilities", apoios    exteriores ao lar, que libertem parcialmente o casal /os pais durante umas horas de  lazer ou de ganha-pão..

 Nem mãe nem pai são "escravos" dos filhos; são responsáveis por eles, em "parceria"; e, para os fazerem felizes, têm eles próprios de cuidar da sua felicidade, na sua relação, no trabalho, no círculo em que se movem. Essa "visão" será, para os filhos, a melhor preparação para a vida (sem descurar a instrução, está visto!). Uma mãe isolada, fechada, sobrecarregada - "criada para todo o serviço" - não seria jamais a educadora ideal.

publicado por mfssantos às 10:09

12
Fev 12

Precisa de: um naco de presunto (demolhado);

                  ossos da suã ( demolhar , se estiveram em sal)

                  galinha ( ou frango)

                  costela de porco (demolhada, se esteve no sal)

                  grã: milho traçado, moído grosseiramente

                  farinheira da Beira

 

 

Numa panela grande, ponha a cozer as carnes até se poderem desfiar. A água foi diminuindo.Retire as carnes e desfie, tendo em conta que a grã engrossa, vá-a  juntando ao caldo de cozer as carnes, de modo a não ficar muito espesso. Deixe cozer, mexendo sempre. Perto do fim, junte as carnes na quantidade adequada.

Tire com a concha para  pratos de sopa e sirva com um pedaço da farinheira cozida ao de leve, para não rebentar

 

Este era o prato de Carnaval no tempo da minha Avó materna, numa aldeia da Serra da Lousã. Bom apetite!


06
Fev 12

Melhor diria  "desacordo/s".

 

Houve a coragem de pedir a suspensão do dito acordo, o ortográfico. Pode ser que, com mais algum tempo para reflectir, se chegue à conclusão  que estas coisas não se impõem, não se decretam; quando muito...acontecem, quando têm de acontecer...O português fala-se em muitas partes do mundo, é bom que haja uma base comum. Mas isso não acontece quando digo,por exemplo ,"recepção" e não pronuncio o P- tendo de o suprimir na escrita - e, no Brasil, se escreva e pronuncie o P; ou que cá sejamos obrigados a escrever "ação", porque os brasileiros assim escrevem...Uniformidade?! Nenhuma. Por outro lado...é-me difícil esquecer a origem das palavras: jacto vem de jactum, facto vem de factum...o C é claramente justuficado...

 

Bem, eu não sou niguém para "opinar"...Mas acredito que não vou nunca alterar o que me foi ensinado por grandes mestres...Estou em desacordo com o acordo.

publicado por mfssantos às 08:55

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